da esquerda para a direita, filha, pai e filho posam para foto com roupas sociais demonstrando uma empresa familiar

7 dicas para administrar a sua empresa familiar

Você gerencia, administra ou é dono de uma empresa familiar e percebeu que não é assim tão fácil quanto parecia? Isso é normal! As empresas familiares são modelos um pouco diferentes de empresas, mas tem tanto potencial para crescer quanto qualquer outra. 

Hoje separamos 7 dicas para você transformar o clima da sua empresa e entender como gerenciá-la da forma necessária. 

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1. Líder para sua empresa familiar
Não importa se a empresa é familiar ou não. Ter um líder é imprescindível para que as coisas funcionem como devem. Mesmo uma empresa com capital equânime (mesmo percentual de participação societária), é necessário que um líder seja escolhido. Para isso, é importante levar em conta as qualidades pessoais e técnicas de todos os possíveis líderes. Depois, avalie se essa pessoa poderá estar disponível para a empresa sempre que necessário. 

Depois de escolher, é importante fazer com que todos entendam o motivo dessa decisão e difundir o respeito à decisão.
2. Planejamento
Já falamos aqui no blog sobre a administração e planejamento de fluxo de caixa, porém, além disso, planejar a sua empresa como um todo é muito importante. Esclareça metas e objetivos, missão, visão e valores da empresa e demais situações internas que necessitem de planejamento. 

Para isso, você pode marcar reuniões dentro de períodos de tempo – que podem ser ajustados de acordo com as necessidades da empresa.
3. Salários dos membros da família
Invista tempo para definir os valores de salários dos membros da família e insira estas quantias no fluxo de caixa para manter o controle do dinheiro da empresa. Não entenda o salário dos familiares como lucro da empresa! A falta de planejamento destes valores pode significar falência. 

Estabeleça um teto de retirada para todos os envolvidos e divida de acordo com as porcentagens, sendo que, para os que trabalham na empresa, deve-se criar também um cálculo para salário condizente com função e mercado.
4. Descreva as funções e atribuições de todos na empresa familiar
Os membros da equipe são fundamentais para o acontecimento das atividades e você precisa que todos saibam qual o seu papel. Afinal, sem a organização dos cargos, sua empresa pode estar fadada ao fracasso por desorganização.

Consulte o que outros profissionais fazem em cargos iguais no mercado em geral e aplique estas funções no dia a dia da empresa e do encarregado. Faça anotações sobre estas observações para que possa ser revisitado. 
5. Respeito no cotidiano
Em uma empresa familiar os desentendimentos comuns podem se tornar um grande problema por conta da proximidade dos membros da equipe. Para que isso não ocorra é importante ter em mente que no ambiente empresarial algumas atitudes não são bem vistas e podem atrapalhar o desenvolvimento do seu negócio. 

Trate os familiares sempre com respeito e profissionalismo, corrigindo e dando feedbacks com empatia e entendimento de que as ações não podem ser levadas para o pessoal. 
6. Alinhe interesses
Uma empresa familiar deve ser unida quando se trata sobre tomadas de decisão, lembrando que os interesses individuais devem se alinhar para que entrem em consenso pelo bem da empresa. 

Para isso, lembre-se do planejamento, missão, visão e valores da empresa. Eles devem ser seguidos a risca para que se chegue ao objetivo. Assim, as vontades pessoais ficam em segundo plano para que o empreendimento possa crescer. 
7. Demissões podem ocorrer na empresa familiar?
Seja por conta de corte de gastos, modo de trabalho, ou outros motivos, a demissão pode precisar acontecer. A decisão pode ser difícil, mas necessária e tudo bem. 

Um bom gestor não pode ignorar atitudes prejudiciais a empresa e deve conseguir entender e separar as relações. Tome as ações necessárias com empatia e zelo, assim como com qualquer outro funcionário.

Para saber mais sobre soluções inteligentes e sustentáveis que podem levar sua empresa ao sucesso, acesse nosso site, entre em contato pelo número (47) 3274-7400 ou envie um e-mail para: comercial@bellunofidc.com.br. Aproveite a chance de trazer novidades em serviços financeiros para o seu negócio!

Posted by Daniela
moedas empilhadas formando uma subida onde, em casa pilha, existe uma muda de planta simbolizando o retorno e o planejamento na antecipação de recebíveis

Antecipação de recebíveis: solução sustentável financeiramente

A empresa anda bem e as vendas são recebidas em dia, mas nem sempre são feitas à vista. Esse cenário pode atrapalhar a movimentação do fluxo de caixa de qualquer negócio, com o panejamento em dia ou não. Para casos como esse a antecipação de recebíveis é uma solução inteligente e sustentável.

Conheça essa opção sustentável financeiramente para movimentar o fluxo de caixa – sem precisar de empréstimos intermináveis! 
A antecipação de recebíveis
A antecipação de recebíveis é, antes de tudo, uma forma sustentável financeiramente para manter a sua empresa com o caixa em dia. Com ela você não estará tirando do seu caixa para pagar o banco, mas sim, antecipando um dinheiro que, por direito, chegará em breve. 

A parte sustentável se dá por esse motivo! Reutilizando o seu próprio crédito, não ficará preso a pagar algo que ainda não tem sem previsão de recebimento. Além disso, a movimentação do seu fluxo de caixa se dá de forma muito mais inteligente. 
Por que não um empréstimo? 
Se você ainda estiver pensando sobre por que deveria trocar o tradicional empréstimo pela antecipação de recebíveis – mesmo depois de tudo o que falamos acima – temos mais algumas informações.

As taxas de antecipação de recebíveis são geralmente menores que as disponíveis para empréstimos. Afinal, você não está emprestando nada de ninguém, está apenas antecipando datas do seu próprio caixa. Quando você usa a antecipação o dinheiro que está previsto para algum tempo se torna caixa presente e não deixa de fazer parte da sua empresa, visto que você ainda precisa receber do seu cliente.

Ao fazer um empréstimo você se compromete a pagar a terceiros algo além do que se receberá. Nisso, temos acrescentado juros e tarifas, por vezes abusivas, durante períodos maiores do que se é desejado. 
Vantagens da antecipação de recebíveis
Além de ter mais vantagens do que um empréstimo, a antecipação tem características próprias que mostram a sua sustentabilidade financeira. 

Liberação de recursos acelerada, visto que a antecipação de recebíveis é rápida e otimiza os recursos disponíveis. 
Capital de giro aumenta e abre possibilidade de negociação com fornecedores.
Chances de endividamento são diminuídas assim como chances de inadimplência por parte da empresa ganham menos força.
Falta de obrigação financeira com terceiros, visto que o pagamento é único. Na antecipação de recebíveis existe apenas o desconto da duplicata, cheque ou outro recebível. 

Modos de antecipar os recebíveis
Para fazer a antecipação você tem três opções: bancos, fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs) e factorings. 

A factoring possui as maiores taxas do mercado, porém, é uma alternativa pouco burocrática. Os bancos possuem taxas menores, apesar de ainda competitivas e alta burocracia. No FIDC você conta com as menores taxas, pouca burocracia e recebimento rápido. Além disso, os FIDCs contam com a isenção de IOF, que são os  Imposto sobre Operações Financeiras. 

Em todos os casos os títulos de crédito são comprados pelas instituições respectivas e o dinheiro (tendo as taxas necessárias descontadas) é repassado ao contratante. 

Após escolher a melhor opção para a sua empresa e antecipar os créditos, o título é comprado pela instituição, ou seja, quando a dívida é paga será recebido totalmente pela empresa contratada. Caso o seu cliente entre para o círculo de inadimplência, você fica responsável pela dívida da instituição financeira – sendo considerado esse o único risco expressivo da antecipação de recebíveis. 

Antecipar o saldo a receber é pensar de forma financeiramente sustentável e inteligente no crescimento do seu negócio. Conte com empresas financeiras confiáveis e que partilhem e acompanhem das suas metas de crescimento. 

Posted by Belluno Fidc
duas pessoas estão escrevendo e analisando dados da empresa estagnada. um filtro azul está aplicado encima da imagem.

Empresa estagnada? Resolva esse problema!

Apesar de ter uma empresa com boa saúde financeira ela não apresenta frutos além do “normal” a algum tempo? Você pode estar com a sua empresa estagnada! 

Crescer em um mercado competitivo pode ser um grande desafio para qualquer negócio. É necessário entender a raiz do problema e encontrar formas de se reinventar e atualizar as estratégias. Para isso, confira as dicas da Belluno FIDC para sair deste problema e continuar crescendo rumo ao sucesso. 
Como saber se estou estagnado? 
Alguns pontos podem mostrar se você está com uma empresa estagnada. Alguns podem parecer simples de resolver enquanto outros podem demandar maiores esforços. Entre eles, estão:

Falta de formulação e alinhamento de metas;
Dificuldade na distribuição de tarefas internas;
Clientes insatisfeitos. Problemas estratégicos ou de equipe? 
Erros constantes e repetitivos. 
Pouco desenvolvimento do fluxo de caixa.

Ficou curioso e quer descobrir mais possíveis erros que podem estar estagnando a sua empresa? Confira esse blog onde citamos 4 provas de que o seu negócio pode estar estagnado.
Não deixe sua empresa estagnada
Como anda o seu plano de negócio? 
Você ainda não fez um plano de negócio? Pode ser que o motivo da sua empresa estar estagnada seja mais aparente do que parece. Caso já tenha criado o seu logo no início do seu negócio, precisa levar em conta que algum ponto dele possa não ter sido seguido a risca. O plano de negócio é um documento importante para alinhar estratégias e precisa ser revisto sempre que possível (ou necessário). 

Lembre-se que ele dá diagnósticos e apresenta alternativas que te ajudam a superar desafios que surgem durante a jornada empreendedora. Pense e lembre-se sobre os desejos para o futuro do seu negócio e entenda se é necessário mudar essa visão, assim como as metas e cronogramas estabelecidos previamente. 
Foque no equilíbrio financeiro
Tenha sempre em mente a importância do equilíbrio financeiro para não estagnar o seu negócio. É necessário equilibrar despesas e receitas e criar cronogramas para organizar seus pagamentos e recebimentos. Foque sempre em objetivos estratégicos para ampliar as chances de lucro do seu negócio. 

Tenha como base o seu fluxo de caixa e tome decisões estratégicas quando pensar em investimentos ou aquisições. Planeje também o capital de giro e o seu estoque (se existir). Se possível, automatize processos a fim de evitar desperdícios e retrabalhos, melhorando a produtividade da equipe. 
Novos talentos
Invista na sua equipe e nos recursos humanos e suas práticas, além de ter foco em reter os bons colaboradores. Aposte em treinamentos, acompanhamento e incentivos para quem ajuda a fazer o seu negócio crescer. 

Não esqueça que o custo da reposição é maior do que conceder benefícios ou recompensas. O seu crescimento tem a ver com a equipe talentosa que acompanha o seu negócio e não deixa a sua empresa estagnada. Valorize os talentos e perceba como eles poderão auxiliar em diferentes  etapas e desafios. 
Contas pessoais não são do seu negócio
Esse tópico não parece muito importante para alguns empreendedores. Afinal, uma abastecida pessoal na conta da empresa não faz diferença, não é? 

Essas “pequenas” atitudes podem prejudicar – e muito – o desenvolvimento do fluxo de caixa da sua empresa. A separação ajudará você a saber se a empresa está sendo realmente rentável. Não cumprir essa regrinha pode causar problemas tributário (já que a Receita pode entender isso como tentativa de sonegar impostos). Organize suas finanças pessoais separadamente e prepare-se para eventuais despesas inesperadas sem o apoio do caixa do seu negócio. 
Não tenha medo da concorrência
Não tenha medo de estar por dentro dos passos dos seus concorrentes. Atitudes deles podem ter a ver com uma empresa estagnada. Entenda os pontos fortes e como eles interferem na sua empresa. Não copie-os, mas agregue valor aos seus diferenciais e mostre ao público alvo o seu trabalho. 

Lembre-se da importância de investir no seu setor de marketing e de desenvolver a comunicação e atendimento, seja ele presencial ou online. As redes sociais podem ser uma aliada potente e com custo pouco elevado!
O seu cliente está satisfeito?
Tenha em mente que a satisfação do seu cliente gerará ainda mais lucro para a sua empresa. A felicidade de quem acredita no seu produto/serviço é muito importante. 

Faça pesquisas de satisfação para entender sobre seu público, melhorando ainda mais os aspectos positivos e desenvolvendo estrategicamente os negativos. Promova debates internos, afinal, a sua equipe também pode gerar ideias interessantes sobre as questões apontadas. 
Novos conhecimentos são importantes
Pode parecer difícil, mas saiba mais sobre gestão. Além de abrir sua mente você estará mais preparado para o mercado. Fique por dentro das novidades sobre inovação e esteja sempre um passo a frente. Além de te dar mais olhares por parte dos clientes, você será referência no mercado regional.
Fornecedores e parcerias
Tecnologia para otimizar processos, novidades em gestão, imóveis em pontos estratégicos e terceirizações planejadas. Esses são alguns exemplos de como fornecedores e parceiros podem ajudar a não deixar a sua empresa estagnada. 

Alguns serviços precisam ser feitos de forma profissional para aumentar as chances de sucesso. Busque por parceiros que possam te ajudar a passar por mudanças e novos desafios com sabedoria! 

 

 

Agora que você já conhece algumas dicas para acabar com a estagnação da sua empresa, que tal pô-las em prática? Se surgirem dúvidas durante o processo, entre em contato conosco pelo Facebook ou através dos contatos no nosso site. Boa sorte! 

 

Posted by Belluno Fidc
Mesa de trabalho com computador, gráficos e mãos de duas pessoas em reunião.

4 práticas para organizar o setor financeiro da empresa

Alguns pontos cruciais na organização do setor financeiro podem, se não cuidados da forma correta, fazer com que as contas virem uma verdadeira bagunça. Para mudar essa situação é essencial que os gestores movam esforços no intuito de colocar as finanças em ordem antes que seja tarde demais. Afinal, o mercado não costuma oferecer muita margem para erros.

 

Confira as 4 práticas que listamos abaixo para te ajudar a minimizar os gastos e garantir a eficiência da sua empresa!

 
1. Priorize a disciplina no setor financeiro

Um dos atributos que todo empreendedor ou gestor deve cultivar é a disciplina. Não há como ter sucesso ao organizar algo sem que se dedique o devido empenho. É como tentar perder peso ou deixar algum vício. Se não há foco e um acompanhamento diário, as chances dos objetivos serem atingidos são remotas.

Empresas de grande porte devem acompanhar bem de perto alguns indicadores de desempenho, tais como faturamento, custos fixos, custo total, lucro nominal, margem de lucro e nível de endividamento, por exemplo.

2. Separe as contas pessoais das empresariais

Um erro básico — e ainda assim muito comum nas pequenas empresas — é confundir as finanças pessoais com as do negócio. Por mais que a tentação seja forte, é preciso organizar, de forma rigorosa, os recursos oriundos e destinados à empresa do dinheiro que é reservado à vida pessoal. Não há como fugir a essa separação. Empresas familiares também apresentam muito essa dificuldade — afinal, família e negócio podem se confundir bastante nesse contexto. Por isso, é preciso determinar junto aos sócios os períodos e condições que devem ser observadas para a realização das retiradas, coibindo a transferência de capital da empresa para o patrimônio pessoal.

3. Conheça bem os prazos

Ter ciência de quais são as restrições de prazo, as datas de recebimento e vencimento das contas é essencial. Isso evita atrasos nas quitações e o pagamento de juros de mora. Essa questão não deve ser ignorada, pois conhecer bem os prazos é o primeiro passo para controlar o fluxo de caixa, estabelecendo prioridades para tudo aquilo que corresponde ao longo, médio e curto prazo. Tratando-se de dívidas, por exemplo, é essencial conhecer aquelas que são de curto prazo.

4. Defina um orçamento anual para o setor financeiro

Alguns investimentos podem se mostrar ótimas oportunidades. Porém, isso deve ser muito bem controlado e calculado para que não gere uma instabilidade no negócio. Você pode contratar um novo serviço, investir em uma expansão de um setor, contratar mais pessoas ou ferramentas. Porém, o ideal é que se defina um orçamento anual para isso. Com essa atitude você se certifica de manter um valor limite para o investimento. Essa quantia já será conhecida e pode ser aplicada sem prejudicar a saúde do setor financeiro do negócio.

Então, o ideal é que você faça uma reunião com os envolvidos, defina o foco do investimento, os valores, objetivos e também alguns marcos importantes para entender se aquilo está ou não conforme o esperado.

Posted by Belluno Fidc
Homem de terno olha para frente usando um binóculo.

Fluxo de caixa projetado: tudo que você precisa saber

Para evitar uma crise, é essencial que o empreendedor consiga fazer previsão de fluxo de caixa. Essa previsão é conhecida como fluxo de caixa projetado e nós garantimos: é bem mais simples do que parece.

Para abandonar a velha desculpa de que a empresa “não sabia que uma crise estava por vir”, acompanhe nosso artigo e entenda o que é fluxo de caixa projetado e como fazer as previsões que vão te livrar da desordem financeira.

 
Mas primeiro… o que é fluxo de caixa projetado?
 

Fluxo de caixa projetado é uma estimativa de datas e quantidade de dinheiro que você espera que passe pela sua empresa, incluindo todas as receitas e despesas.

O fluxo de caixa projetado funciona como uma régua. Mostra qual o período entre vender e receber uma mercadoria, quando repor o estoque, entre outros. O fluxo de caixa projetado é capaz de indicar as melhores datas para pagar fornecedores e estabelecer outras datas de vencimentos, por exemplo.

 
Para que servem as previsões de fluxo de caixa?
 

As previsões de fluxo de caixa podem ajudar a prever sobras ou escassez no caixa da empresa. Auxilia na preparação de impostos e planejamento de novas compras de equipamentos. Pode ainda ajudar o empreendedor a identificar se precisa de um empréstimo.

 
Como fazer uma previsão de fluxo de caixa?

Estime suas prováveis ​​vendas
 

O primeiro passo é estimar suas vendas prováveis ​​para cada semana ou mês. Use o seu histórico dos últimos dois anos para obter uma boa ideia do nível de vendas semanais ou mensais que você pode esperar. É improvável que elas sejam constantes, portanto, inclua padrões sazonais e eventos, como feiras comerciais em suas projeções.

#dica: Não deixe de considerar a taxa de crescimento se o seu negócio estiver indo bem.

 
Estime o tempo de pagamento
 

O próximo passo é estimar quando você espera receber o pagamento por suas vendas. A previsão é mais fácil se você operar com vendas à vista, já que recebe o dinheiro na hora. Se as vendas são no crédito, você precisará incluir em suas previsões de fluxo de caixa o provável atraso no pagamento.

#dica: Não deixe de considerar o índice de inadimplência, ele pode fazer muita diferença no caixa da empresa!

 
Estime seus gastos prováveis
 

É provável que seus gastos sejam compostos de gastos fixos e variáveis. Os fixos são aqueles que você terá que pagar independentemente do seu nível de vendas. Incluem gastos como salários e contas de energia. Já os gastos variáveis são aqueles que caminham de acordo com as vendas, como compra de produtos, por exemplo, ou despesas para entregá-lo ao cliente.

Use sua previsão de vendas para determinar a quantidade de estoque ou matérias-primas que você precisará comprar para manter seu negócio em pé. Lembre-se de identificar outras contas que você precisará pagar e quando precisará pagá-las.

#dica: Verifique seus registros de pagamento do ano anterior. Certifique-se de que não esqueceu de incluir despesas anuais ou esporádicas, como taxas contábeis ou impostos comerciais.

 
Utilize suas previsões
 

Agora que você tem as receitas e despesas na sua previsão de fluxo de caixa, você está pronto para usá-la. Para descobrir seu fluxo de caixa projetado, basta adicionar o saldo inicial da conta bancária e adicionar a receita menos as despesas para cada período, semanal ou mensal.

Posted by Belluno Fidc
mulher está sentada com uma roupa branca e com semblante preocupado, ao lado esquerdo dela, o texto em azul "4 provas de que sua empresa está estagnada".

4 provas de que sua empresa está estagnada

Sua empresa está estagnada? Não? Tem certeza? Veja se essa citação faz sentido pra sua realidade: tudo está indo bem. Seus produtos tem uma boa aceitação no mercado, você tem uma carteira de clientes razoável, embora sempre tenha vontade de abocanhar uma fatia maior do seu mercado. Você tem bom relacionamento com seus funcionários, e tudo parece estar indo conforme manda o figurino.

Entretanto, algo ainda está te incomodando, e você não sabe exatamente o quê. Se você está com esta sensação de que apesar de tudo correr bem algo ainda parece errado, é hora de avaliar se o que está acontecendo é que a sua empresa está estagnada. Por isso, separamos 4 insights para te ajudar a identificar se este é o seu caso:
1) Faturamento não aumenta quando a empresa está estagnada
Passaram-se alguns anos desde que sua empresa desenvolveu aquela tecnologia que rendeu bons clientes e garantiu um faturamento estável. Foram bons frutos. No entanto, agora, parece que esse passado ficou um pouco distante. Sua empresa cresceu muito com esse projeto, alcançou um auge mas agora…está em um platô. O faturamento é estável e linear. Sempre o mesmo. Não aumenta bem.

Essa curva de crescimento é totalmente natural em qualquer negócio. E atingir essa “estabilidade financeira meio entediante” pode parecer ruim, mas também pode ser a situação perfeita para começar novos projetos.

Se você sente que está nesse momento, chegou a hora de dar passos concretos e ir em busca de soluções que possam mudar e alavancar significativamente o faturamento da empresa.

Uma das opções pode ser investir em uma nova tecnologia ou em uma modernização para o seu produto ou serviço, ou tirar esta ideia que você tem na gaveta faz alguns anos. Investir em um novo produto é algo que pode mudar definitivamente o panorama geral do negócio.
2) Seu produto é o mesmo (faz anos)
Quase a mesma situação do item anterior. Sua empresa atingiu uma maturidade dentro do seu segmento de mercado. Conseguiu um faturamento razoável, conquistou parte do mercado da sua área de atuação e garantiu um bom crescimento nos últimos anos. Mas agora, isso estabilizou.

Será que isso se deve ao fato de que o seu produto é o mesmo há anos? Nesse caso, talvez seja o momento de dar um salto tecnológico, realizar um upgrade ou investir em uma versão 2.0. Se você for uma empresa de software, levar o seu produto para a web ou para a nuvem pode ser justamente este salto que você precisa.

Ou mesmo investir em uma nova roupagem para a sua empresa, mais moderna e atual, em cima de um novo framework em nova arquitetura. Se seu produto está na mesma versão há um tempo considerável ou pior, está obsoleto, definitivamente está na hora de dar o próximo passo.

Caso sua empresa não seja de software, criar novos produtos ou melhorias do mesmo (ex. Uma nova linha de shampoo hipoalergênicos) também é válido. Inovar sempre costuma trazer bons resultados.
3) Market share constante
Seu produto é confiável e por isso, fidelizou bons clientes. Mas então, simplesmente, parou por aí. Se por acaso, sua empresa não evoluiu em termos de conquistar mais clientes, e levar uma maior fatia do mercado… está na hora de expandir as fronteiras e ir atrás de novos públicos.

Para tal, investir em novas ações comerciais pode trazer o resultado esperado. Criar novos escritórios, contratar mais vendedores, criar mais canais de vendas, investir em marketing online podem ser ações para aumentar suas vendas.

Além disso, dar uma nova cara de marketing a linha de produtos existentes sempre é um bom caminho para conquistar novos clientes, ou atingir um segmento ainda não alcançado.

Investir em inovação é uma das maneiras de diversificar o portfólio, o que pode ser uma saída para não ter mais aquele medo de perder o maior cliente responsável por 50% do faturamento.
4) Custos estão aumentando
Temos a crise e a inflação. Dois monstros que rodeiam a cabeça de qualquer empresário brasileiro. A crise sempre traz o receio de perder alguns clientes, ou mesmo reduzir o ticket médio por projeto.

Mas a inflação é ainda pior. Ela aumenta os seus custos, e num cenário de faturamento constante, isso significa diminuição da margem de lucro. Ou seja, menos dinheiro no bolso no final das contas.

Assim, um cenário de aumento de custos, com receita linear com possibilidade de diminuição, não pode ser favorável no médio prazo.

Se você se identificou com um ou mais pontos, não precisa se desesperar. Primeiro, é importante sempre adotar um olhar positivo para o seu negócio. Acredite, você pode superar a adversidade – mesmo que não saiba exatamente qual é ela. E depois, buscar alternativas para superá-la. Não precisa de muito para mudar completamente a realidade da empresa, se livrando dos obstáculos que estão empacando o crescimento. Conte com a gente para te ajudar!

Posted by Belluno Fidc
Homem com roupas sociais desenha com giz em uma parede com riscos. O desenho é uma linha que toma forma de gráfico crescente para exemplificar o sucesso financeiro.

3 Pilares para Você Alcançar o Sucesso Financeiro

O segredo do sucesso financeiro é gastar menos do que ganha. Parece (e é!) simples, mas poucos conseguem colocar em prática essa teoria.

Uma breve análise nesta simples fórmula pode nos levar a conclusões valiosíssimas, ainda que bastante óbvias. Vejamos:
LUCRO = RECEITAS – DESPESAS
Se você descobrir oportunidades para aumentar suas receitas e aprender a controlar suas despesas, sua renda só tende a aumentar.

Além disso, ao aprender como investir seu dinheiro, você consegue acelerar o crescimento do seu patrimônio.

Pelas conclusões que chegamos após a análise da fórmula acima, podemos afirmar que os três pilares para o sucesso financeiro se baseiam em: poupar dinheiro, investir dinheiro e ganhar dinheiro. Se você desenvolver bem essas três áreas, alcançará com mais eficiência o sucesso financeiro muito antes do que imagina.

Baseado nesses três pilares, veja essas dicas para que você possa desenvolver cada um deles.
1. Dê mais importância ao valor poupado que ao investimento
Uma regra básica para quem quer alcançar o sucesso financeiro diz que poupar é mais importante do que investir. Isso significa que ter disciplina para fazer aportes regularmente nos investimentos e poupar mais dinheiro é muito mais importante do que dar uma “grande tacada” e escolher a melhor aplicação disponível no mercado. Se você tem dinheiro investido, mas tem dívidas a pagar, provavelmente estará pagando mais juros do que recebendo. Os juros de cartões de crédito e empréstimos, por exemplo, costumam ser bem maiores que o retorno das aplicações financeiras. 

Então, vale mais a pena poupar para pagar essas dívidas em aberto do que dar início a um novo investimento. Quando o investidor consegue poupar e reunir uma boa quantia antes de investir, ele consegue ter acesso a produtos financeiros melhores. Aplicações com aporte inicial maior muitas vezes contam com rentabilidade maior e custos menores.
2. Invista, no mínimo, 10% do que você recebe
Todo orçamento pessoal deve ter uma parte exclusivamente destinada a investimentos. Os investimentos são o oxigênio de diversos projetos pessoais, por isso destinando menos de 10% da renda a aplicações, alguns objetivos podem demorar mais a se concretizar. 

É claro que, para quem tem uma renda altíssima, 10% da renda pode ser pouco se a pessoa tem capacidade para investir 50% da renda. Mas 10% é uma medida bem genérica e se não for possível guardar nem isso por mês, existe um problema.

Os objetivos financeiros, o tempo de investimento e a quantia disponível irão definir quais são as melhores aplicações, quanto deve ser colocado em cada uma delas e se será preciso aumentar ou não a parcela da renda para os investimentos. 
3. Invista em você para o sucesso financeiro!
A melhor maneira de ganhar mais dinheiro sempre vai ser investindo em si próprio.

Faça um curso para desenvolver determinada habilidade ou tire uma certificação reconhecida em sua área de atuação, esse pode ser o gatilho para um aumento salarial.

Em paralelo ao desenvolvimento da sua carreira, também é interessante investir em projetos pessoais, que visam obter uma renda extra. 

Muitas pessoas têm ótimas ideias para ganhar um dinheiro extra, através de consultorias, ou mesmo pela internet. Mas poucas colocam essas ideias em prática. E terminam perdendo ótimas oportunidades.

Ao desenvolver todos esses três pilares, as chances de encontrar o caminho para o sucesso financeiro se tornará cada vez mais tranquilo e curto.

 

 

Posted by Belluno Fidc
Mulher de camisa branca e em um ambiente todo branco usa o telefone para cobrar clientes, simbolizando a inadimplência

Gestão de cobrança: como reduzir a inadimplência

Uma das suas principais dúvidas está em como reduzir a inadimplência? Faz todo sentido, já que lidar com dívidas é sempre um desconforto. É mais que natural ficar em dúvida sobre qual postura tomar na hora de realizar cobranças. A inadimplência é uma questão delicada, exige empatia e objetividade dos profissionais para lidar com clientes que estão enfrentando dificuldades para fazer o pagamento conforme combinado. Não existe uma fórmula certa de como cobrar um cliente nessa situação. Há uma série de providências que ajudam a tratar esse tipo de ocorrência. Quer saber como evitar a inadimplência e não passar por essas situações? Tire um tempo para ler as dicas que separamos aqui para vocês:
1. FAÇA UMA ANÁLISE DE CRÉDITO CRITERIOSA PARA PREVENIR A INADIMPLÊNCIA
O intuito principal de uma análise de crédito não deve ser só conhecer a empresa-cliente. Mas levantar a maior quantidade de informações sobre sua atuação no mercado e como anda sua saúde financeira. A ideia é, em verdade, conhecer todo o potencial financeiro do cliente. Ou seja, saber se as suas atividades, rendimentos e posição econômica são compatíveis com o crédito solicitado.

Para isso, a análise de crédito é o ponto de partida. É o mecanismo utilizado para avaliar os riscos na concessão creditícia de forma detalhada e segura.
Sendo assim, adote medidas como:

faça uma consulta do perfil financeiro da empresa que solicita o crédito. Procure por pendências de pagamentos com outras companhias e instituições financeiras;
vá em busca de possíveis protestos, restrições financeiras, ou quaisquer outros indicativos de que essa empresa teve, tem ou poderá ter problemas financeiros.

A partir de uma análise criteriosa, você poderá avaliar as condições da organização que solicita o crédito. Uma boa forma é classificá-las a partir do Cs do crédito e entender qual o tamanho do risco de faltar com os pagamentos à sua empresa.

A análise de crédito permitirá que você restrinja ou dificulte a concessão de crédito àquelas companhias que apresentam um alto risco. Esse processo deve ser feito durante todo o período em que vocês manterem contrato, visto que a situação da solicitante pode mudar.
2. VALORIZE OS BONS PAGADORES
Existe uma maneira bastante eficiente de evitar a inadimplência e que atua no inconsciente do devedor. Estamos falando da valorização e do bom relacionamento com o cliente.

Quando a sua empresa tem uma política de valorização dos bons pagadores, estabelece uma relação de proximidade e parceria com eles. Cria-se um vínculo maior e que ambas as partes vão querer manter.

Assim, é muito menos provável que um cliente se torne inadimplente de forma deliberada. Ele respeita a sua empresa, se sente valorizado por ela e, por isso, fará o possível para manter o bom relacionamento.

Dessa forma, é essencial que você determine uma política de concessão de crédito que valorize os clientes que honram seus débitos e contribuem para o sucesso do negócio. Também é primordial aplicar limites e mais restrições de créditos àqueles que não estão cumprindo com seus contratos.

Por exemplo, a quem faz os pagamentos antecipados ou em dia, você poderá oferecer descontos e parcelas mais flexíveis. Poderá dilatar prazos de pagamento, em caso de necessidade urgente, poderá exigir menos garantias e comprovações para as liberações, etc.

Isso, inconscientemente, ajuda a incentivar que seus devedores se esforcem para pagar com antecedência a fim de conseguir descontos maiores, de modo que sua empresa ganha garantindo uma taxa de inadimplência baixa.
3. TENHA O CONTROLE DOS SEUS DEVEDORES
As empresas asseguram um melhor ressarcimento das dívidas quando se preocupam em ter um “manual de cobrança”. Assim sabem como agir frente aos casos de inadimplência.

É necessário agir de imediato no momento em que a empresa se tornar inadimplente. O primeiro passo é procurar saber o motivo do atraso no pagamento e tentar renegociar esta dívida.

Uma política de negociação sistematizada e ativa pode aumentar significativamente as taxas de retorno de crédito e ajudar o cliente a encontrar a melhor saída para a situação de insolvência.

Para isso, o recomendado, inicialmente, é investir em uma política baseada no diálogo, sendo flexível nas negociações tanto quanto possível. Tenha em mente diferentes propostas e as apresente ao cliente de forma amigável e respeitosa. O diálogo tem mais probabilidade de sucesso do que adotar, diretamente, métodos invasivos e constrangedores, como as ações judiciais.

Outro ponto que você pode trabalhar é no estabelecimento de limites para as negociações. Sabemos que é importante receber do cliente, mas isso não significa que você terá que sacrificar o crédito para conseguir. Então, seja estratégico e analise a viabilidade financeira do cliente, e também a da sua própria empresa. Assim conseguirá chegar a uma margem máxima que pode atingir durante as negociações, como descontos e dilação de prazos.

Contudo, caso o plano negociado não seja cumprido ou não se chegue a um acordo interessante para nenhuma das partes, é preciso tomar medidas mais drásticas. A via judicial é mais lenta, onerosa e desgastante. Porém é a saída mais recomendada para se reaver valores em atraso, por meio de ações judiciais específicas.
4. AUTOMATIZE SEUS PROCESSOS PARA REDUZIR A INADIMPLÊNCIA
Que a análise de crédito antes do fechamento do negócio é importante, isso nós já sabemos. Porém, fazer essa análise e, ao mesmo tempo, manter um controle dos seus devedores por meio de processos manuais pode ser um grande atraso para a sua empresa.

Invista na automatização dos seus processos por meio de softwares que analisam o perfil das empresas solicitantes em tempo real e dão maiores garantias de que aquele contrato será cumprido.

Esses softwares trarão mais agilidade e fluidez para os processos de concessão creditícia da sua empresa. Além de garantir mais estabilidade financeira, a partir do fornecimento de dados precisos e confiáveis para embasar as decisões.

Os impactos de uma taxa de inadimplência elevada em uma economia já fragilizada podem ser potencialmente prejudiciais, comprometendo as atividades do comerciante e da indústria. Por isso, em um momento tão delicado como esse, é preciso estar atento na hora de conceder crédito, para garantir que sua empresa não sofra com maus pagadores.

Posted by Belluno Fidc
Homem de terno e com uma pasta na mão subindo degraus simbolizando o negócio escalável.

Negócio escalável: você sabe o que é?

O famoso modelo é capaz de elevar o faturamento da empresa sem que suas despesas sofram aumento equivalente à medida que a companhia cresce.  Com o negócio escalável, a empresa se desenvolve nacional ou globalmente, alcançando mais consumidores sem aumentar seus custos na mesma proporção. A escalabilidade permite que a organização faça mais com menos. É possível atingir um número elevado de clientes com investimentos relativamente baixos.
Vamos simplificar?
Um negócio escalável é aquele em que é possível expandir os ganhos sem aumentar as despesas na mesma proporção.

Conforme a empresa cresce, as principais despesas são voltadas para o aperfeiçoamento de processos. Contratação de pessoal, adoção de soluções tecnológicas, maquinário adquirido e demais investimentos atendem a demanda.

Para que uma companhia torne-se  escalável, é preciso que simplifique e padronize seus processos internos. Assim é possível elevar a produção com menos recursos e mais agilidade para diminuir as despesas e aumentar o faturamento líquido.
Para identificar se um negócio é ou não escalável, deve-se considerar:

Se pode ser ensinado: um indicativo de negócio escalável é quando o processo de produção pode ser ensinado;
Se é valioso: quando o produto é único e existe uma carência no mercado em torno do que ele oferece;
Se é repetível: outro sinal de escalabilidade é quando o modelo de negócios é ampliável e produz receita recorrente.

É importante lembrar que nem todos os nichos de mercado são adequados para implementar o modelo de negócios escalável. A escalabilidade é mais indicada para indústrias, startups de soluções tecnológicas e serviços de meios de comunicação.

Empresas que dependem de uma estrutura mais complexa para atender a seus clientes — como restaurantes, empresas de consultoria e outras — são pouco escaláveis. Em alguns casos, é possível alcançar esse resultado usando modelos de franchising.

Comece hoje a repensar o seu negócio e conte com a gente para te ajudar!

Posted by Belluno Fidc