Homem de terno olha para frente usando um binóculo.

Fluxo de caixa projetado: tudo que você precisa saber

Para evitar uma crise, é essencial que o empreendedor consiga fazer previsão de fluxo de caixa. Essa previsão é conhecida como fluxo de caixa projetado e nós garantimos: é bem mais simples do que parece.

Para abandonar a velha desculpa de que a empresa “não sabia que uma crise estava por vir”, acompanhe nosso artigo e entenda o que é fluxo de caixa projetado e como fazer as previsões que vão te livrar da desordem financeira.

 
Mas primeiro… o que é fluxo de caixa projetado?
 

Fluxo de caixa projetado é uma estimativa de datas e quantidade de dinheiro que você espera que passe pela sua empresa, incluindo todas as receitas e despesas.

O fluxo de caixa projetado funciona como uma régua. Mostra qual o período entre vender e receber uma mercadoria, quando repor o estoque, entre outros. O fluxo de caixa projetado é capaz de indicar as melhores datas para pagar fornecedores e estabelecer outras datas de vencimentos, por exemplo.

 
Para que servem as previsões de fluxo de caixa?
 

As previsões de fluxo de caixa podem ajudar a prever sobras ou escassez no caixa da empresa. Auxilia na preparação de impostos e planejamento de novas compras de equipamentos. Pode ainda ajudar o empreendedor a identificar se precisa de um empréstimo.

 
Como fazer uma previsão de fluxo de caixa?

Estime suas prováveis ​​vendas
 

O primeiro passo é estimar suas vendas prováveis ​​para cada semana ou mês. Use o seu histórico dos últimos dois anos para obter uma boa ideia do nível de vendas semanais ou mensais que você pode esperar. É improvável que elas sejam constantes, portanto, inclua padrões sazonais e eventos, como feiras comerciais em suas projeções.

#dica: Não deixe de considerar a taxa de crescimento se o seu negócio estiver indo bem.

 
Estime o tempo de pagamento
 

O próximo passo é estimar quando você espera receber o pagamento por suas vendas. A previsão é mais fácil se você operar com vendas à vista, já que recebe o dinheiro na hora. Se as vendas são no crédito, você precisará incluir em suas previsões de fluxo de caixa o provável atraso no pagamento.

#dica: Não deixe de considerar o índice de inadimplência, ele pode fazer muita diferença no caixa da empresa!

 
Estime seus gastos prováveis
 

É provável que seus gastos sejam compostos de gastos fixos e variáveis. Os fixos são aqueles que você terá que pagar independentemente do seu nível de vendas. Incluem gastos como salários e contas de energia. Já os gastos variáveis são aqueles que caminham de acordo com as vendas, como compra de produtos, por exemplo, ou despesas para entregá-lo ao cliente.

Use sua previsão de vendas para determinar a quantidade de estoque ou matérias-primas que você precisará comprar para manter seu negócio em pé. Lembre-se de identificar outras contas que você precisará pagar e quando precisará pagá-las.

#dica: Verifique seus registros de pagamento do ano anterior. Certifique-se de que não esqueceu de incluir despesas anuais ou esporádicas, como taxas contábeis ou impostos comerciais.

 
Utilize suas previsões
 

Agora que você tem as receitas e despesas na sua previsão de fluxo de caixa, você está pronto para usá-la. Para descobrir seu fluxo de caixa projetado, basta adicionar o saldo inicial da conta bancária e adicionar a receita menos as despesas para cada período, semanal ou mensal.

Posted by Belluno Fidc
mulher está sentada com uma roupa branca e com semblante preocupado, ao lado esquerdo dela, o texto em azul "4 provas de que sua empresa está estagnada".

4 provas de que sua empresa está estagnada

Sua empresa está estagnada? Não? Tem certeza? Veja se essa citação faz sentido pra sua realidade: tudo está indo bem. Seus produtos tem uma boa aceitação no mercado, você tem uma carteira de clientes razoável, embora sempre tenha vontade de abocanhar uma fatia maior do seu mercado. Você tem bom relacionamento com seus funcionários, e tudo parece estar indo conforme manda o figurino.

Entretanto, algo ainda está te incomodando, e você não sabe exatamente o quê. Se você está com esta sensação de que apesar de tudo correr bem algo ainda parece errado, é hora de avaliar se o que está acontecendo é que a sua empresa está estagnada. Por isso, separamos 4 insights para te ajudar a identificar se este é o seu caso:
1) Faturamento não aumenta quando a empresa está estagnada
Passaram-se alguns anos desde que sua empresa desenvolveu aquela tecnologia que rendeu bons clientes e garantiu um faturamento estável. Foram bons frutos. No entanto, agora, parece que esse passado ficou um pouco distante. Sua empresa cresceu muito com esse projeto, alcançou um auge mas agora…está em um platô. O faturamento é estável e linear. Sempre o mesmo. Não aumenta bem.

Essa curva de crescimento é totalmente natural em qualquer negócio. E atingir essa “estabilidade financeira meio entediante” pode parecer ruim, mas também pode ser a situação perfeita para começar novos projetos.

Se você sente que está nesse momento, chegou a hora de dar passos concretos e ir em busca de soluções que possam mudar e alavancar significativamente o faturamento da empresa.

Uma das opções pode ser investir em uma nova tecnologia ou em uma modernização para o seu produto ou serviço, ou tirar esta ideia que você tem na gaveta faz alguns anos. Investir em um novo produto é algo que pode mudar definitivamente o panorama geral do negócio.
2) Seu produto é o mesmo (faz anos)
Quase a mesma situação do item anterior. Sua empresa atingiu uma maturidade dentro do seu segmento de mercado. Conseguiu um faturamento razoável, conquistou parte do mercado da sua área de atuação e garantiu um bom crescimento nos últimos anos. Mas agora, isso estabilizou.

Será que isso se deve ao fato de que o seu produto é o mesmo há anos? Nesse caso, talvez seja o momento de dar um salto tecnológico, realizar um upgrade ou investir em uma versão 2.0. Se você for uma empresa de software, levar o seu produto para a web ou para a nuvem pode ser justamente este salto que você precisa.

Ou mesmo investir em uma nova roupagem para a sua empresa, mais moderna e atual, em cima de um novo framework em nova arquitetura. Se seu produto está na mesma versão há um tempo considerável ou pior, está obsoleto, definitivamente está na hora de dar o próximo passo.

Caso sua empresa não seja de software, criar novos produtos ou melhorias do mesmo (ex. Uma nova linha de shampoo hipoalergênicos) também é válido. Inovar sempre costuma trazer bons resultados.
3) Market share constante
Seu produto é confiável e por isso, fidelizou bons clientes. Mas então, simplesmente, parou por aí. Se por acaso, sua empresa não evoluiu em termos de conquistar mais clientes, e levar uma maior fatia do mercado… está na hora de expandir as fronteiras e ir atrás de novos públicos.

Para tal, investir em novas ações comerciais pode trazer o resultado esperado. Criar novos escritórios, contratar mais vendedores, criar mais canais de vendas, investir em marketing online podem ser ações para aumentar suas vendas.

Além disso, dar uma nova cara de marketing a linha de produtos existentes sempre é um bom caminho para conquistar novos clientes, ou atingir um segmento ainda não alcançado.

Investir em inovação é uma das maneiras de diversificar o portfólio, o que pode ser uma saída para não ter mais aquele medo de perder o maior cliente responsável por 50% do faturamento.
4) Custos estão aumentando
Temos a crise e a inflação. Dois monstros que rodeiam a cabeça de qualquer empresário brasileiro. A crise sempre traz o receio de perder alguns clientes, ou mesmo reduzir o ticket médio por projeto.

Mas a inflação é ainda pior. Ela aumenta os seus custos, e num cenário de faturamento constante, isso significa diminuição da margem de lucro. Ou seja, menos dinheiro no bolso no final das contas.

Assim, um cenário de aumento de custos, com receita linear com possibilidade de diminuição, não pode ser favorável no médio prazo.

Se você se identificou com um ou mais pontos, não precisa se desesperar. Primeiro, é importante sempre adotar um olhar positivo para o seu negócio. Acredite, você pode superar a adversidade – mesmo que não saiba exatamente qual é ela. E depois, buscar alternativas para superá-la. Não precisa de muito para mudar completamente a realidade da empresa, se livrando dos obstáculos que estão empacando o crescimento. Conte com a gente para te ajudar!

Posted by Belluno Fidc
Homem com roupas sociais desenha com giz em uma parede com riscos. O desenho é uma linha que toma forma de gráfico crescente para exemplificar o sucesso financeiro.

3 Pilares para Você Alcançar o Sucesso Financeiro

O segredo do sucesso financeiro é gastar menos do que ganha. Parece (e é!) simples, mas poucos conseguem colocar em prática essa teoria.

Uma breve análise nesta simples fórmula pode nos levar a conclusões valiosíssimas, ainda que bastante óbvias. Vejamos:
LUCRO = RECEITAS – DESPESAS
Se você descobrir oportunidades para aumentar suas receitas e aprender a controlar suas despesas, sua renda só tende a aumentar.

Além disso, ao aprender como investir seu dinheiro, você consegue acelerar o crescimento do seu patrimônio.

Pelas conclusões que chegamos após a análise da fórmula acima, podemos afirmar que os três pilares para o sucesso financeiro se baseiam em: poupar dinheiro, investir dinheiro e ganhar dinheiro. Se você desenvolver bem essas três áreas, alcançará com mais eficiência o sucesso financeiro muito antes do que imagina.

Baseado nesses três pilares, veja essas dicas para que você possa desenvolver cada um deles.
1. Dê mais importância ao valor poupado que ao investimento
Uma regra básica para quem quer alcançar o sucesso financeiro diz que poupar é mais importante do que investir. Isso significa que ter disciplina para fazer aportes regularmente nos investimentos e poupar mais dinheiro é muito mais importante do que dar uma “grande tacada” e escolher a melhor aplicação disponível no mercado. Se você tem dinheiro investido, mas tem dívidas a pagar, provavelmente estará pagando mais juros do que recebendo. Os juros de cartões de crédito e empréstimos, por exemplo, costumam ser bem maiores que o retorno das aplicações financeiras. 

Então, vale mais a pena poupar para pagar essas dívidas em aberto do que dar início a um novo investimento. Quando o investidor consegue poupar e reunir uma boa quantia antes de investir, ele consegue ter acesso a produtos financeiros melhores. Aplicações com aporte inicial maior muitas vezes contam com rentabilidade maior e custos menores.
2. Invista, no mínimo, 10% do que você recebe
Todo orçamento pessoal deve ter uma parte exclusivamente destinada a investimentos. Os investimentos são o oxigênio de diversos projetos pessoais, por isso destinando menos de 10% da renda a aplicações, alguns objetivos podem demorar mais a se concretizar. 

É claro que, para quem tem uma renda altíssima, 10% da renda pode ser pouco se a pessoa tem capacidade para investir 50% da renda. Mas 10% é uma medida bem genérica e se não for possível guardar nem isso por mês, existe um problema.

Os objetivos financeiros, o tempo de investimento e a quantia disponível irão definir quais são as melhores aplicações, quanto deve ser colocado em cada uma delas e se será preciso aumentar ou não a parcela da renda para os investimentos. 
3. Invista em você para o sucesso financeiro!
A melhor maneira de ganhar mais dinheiro sempre vai ser investindo em si próprio.

Faça um curso para desenvolver determinada habilidade ou tire uma certificação reconhecida em sua área de atuação, esse pode ser o gatilho para um aumento salarial.

Em paralelo ao desenvolvimento da sua carreira, também é interessante investir em projetos pessoais, que visam obter uma renda extra. 

Muitas pessoas têm ótimas ideias para ganhar um dinheiro extra, através de consultorias, ou mesmo pela internet. Mas poucas colocam essas ideias em prática. E terminam perdendo ótimas oportunidades.

Ao desenvolver todos esses três pilares, as chances de encontrar o caminho para o sucesso financeiro se tornará cada vez mais tranquilo e curto.

 

 

Posted by Belluno Fidc
Mulher de camisa branca e em um ambiente todo branco usa o telefone para cobrar clientes, simbolizando a inadimplência

Gestão de cobrança: como reduzir a inadimplência

Uma das suas principais dúvidas está em como reduzir a inadimplência? Faz todo sentido, já que lidar com dívidas é sempre um desconforto. É mais que natural ficar em dúvida sobre qual postura tomar na hora de realizar cobranças. A inadimplência é uma questão delicada, exige empatia e objetividade dos profissionais para lidar com clientes que estão enfrentando dificuldades para fazer o pagamento conforme combinado. Não existe uma fórmula certa de como cobrar um cliente nessa situação. Há uma série de providências que ajudam a tratar esse tipo de ocorrência. Quer saber como evitar a inadimplência e não passar por essas situações? Tire um tempo para ler as dicas que separamos aqui para vocês:
1. FAÇA UMA ANÁLISE DE CRÉDITO CRITERIOSA PARA PREVENIR A INADIMPLÊNCIA
O intuito principal de uma análise de crédito não deve ser só conhecer a empresa-cliente. Mas levantar a maior quantidade de informações sobre sua atuação no mercado e como anda sua saúde financeira. A ideia é, em verdade, conhecer todo o potencial financeiro do cliente. Ou seja, saber se as suas atividades, rendimentos e posição econômica são compatíveis com o crédito solicitado.

Para isso, a análise de crédito é o ponto de partida. É o mecanismo utilizado para avaliar os riscos na concessão creditícia de forma detalhada e segura.
Sendo assim, adote medidas como:

faça uma consulta do perfil financeiro da empresa que solicita o crédito. Procure por pendências de pagamentos com outras companhias e instituições financeiras;
vá em busca de possíveis protestos, restrições financeiras, ou quaisquer outros indicativos de que essa empresa teve, tem ou poderá ter problemas financeiros.

A partir de uma análise criteriosa, você poderá avaliar as condições da organização que solicita o crédito. Uma boa forma é classificá-las a partir do Cs do crédito e entender qual o tamanho do risco de faltar com os pagamentos à sua empresa.

A análise de crédito permitirá que você restrinja ou dificulte a concessão de crédito àquelas companhias que apresentam um alto risco. Esse processo deve ser feito durante todo o período em que vocês manterem contrato, visto que a situação da solicitante pode mudar.
2. VALORIZE OS BONS PAGADORES
Existe uma maneira bastante eficiente de evitar a inadimplência e que atua no inconsciente do devedor. Estamos falando da valorização e do bom relacionamento com o cliente.

Quando a sua empresa tem uma política de valorização dos bons pagadores, estabelece uma relação de proximidade e parceria com eles. Cria-se um vínculo maior e que ambas as partes vão querer manter.

Assim, é muito menos provável que um cliente se torne inadimplente de forma deliberada. Ele respeita a sua empresa, se sente valorizado por ela e, por isso, fará o possível para manter o bom relacionamento.

Dessa forma, é essencial que você determine uma política de concessão de crédito que valorize os clientes que honram seus débitos e contribuem para o sucesso do negócio. Também é primordial aplicar limites e mais restrições de créditos àqueles que não estão cumprindo com seus contratos.

Por exemplo, a quem faz os pagamentos antecipados ou em dia, você poderá oferecer descontos e parcelas mais flexíveis. Poderá dilatar prazos de pagamento, em caso de necessidade urgente, poderá exigir menos garantias e comprovações para as liberações, etc.

Isso, inconscientemente, ajuda a incentivar que seus devedores se esforcem para pagar com antecedência a fim de conseguir descontos maiores, de modo que sua empresa ganha garantindo uma taxa de inadimplência baixa.
3. TENHA O CONTROLE DOS SEUS DEVEDORES
As empresas asseguram um melhor ressarcimento das dívidas quando se preocupam em ter um “manual de cobrança”. Assim sabem como agir frente aos casos de inadimplência.

É necessário agir de imediato no momento em que a empresa se tornar inadimplente. O primeiro passo é procurar saber o motivo do atraso no pagamento e tentar renegociar esta dívida.

Uma política de negociação sistematizada e ativa pode aumentar significativamente as taxas de retorno de crédito e ajudar o cliente a encontrar a melhor saída para a situação de insolvência.

Para isso, o recomendado, inicialmente, é investir em uma política baseada no diálogo, sendo flexível nas negociações tanto quanto possível. Tenha em mente diferentes propostas e as apresente ao cliente de forma amigável e respeitosa. O diálogo tem mais probabilidade de sucesso do que adotar, diretamente, métodos invasivos e constrangedores, como as ações judiciais.

Outro ponto que você pode trabalhar é no estabelecimento de limites para as negociações. Sabemos que é importante receber do cliente, mas isso não significa que você terá que sacrificar o crédito para conseguir. Então, seja estratégico e analise a viabilidade financeira do cliente, e também a da sua própria empresa. Assim conseguirá chegar a uma margem máxima que pode atingir durante as negociações, como descontos e dilação de prazos.

Contudo, caso o plano negociado não seja cumprido ou não se chegue a um acordo interessante para nenhuma das partes, é preciso tomar medidas mais drásticas. A via judicial é mais lenta, onerosa e desgastante. Porém é a saída mais recomendada para se reaver valores em atraso, por meio de ações judiciais específicas.
4. AUTOMATIZE SEUS PROCESSOS PARA REDUZIR A INADIMPLÊNCIA
Que a análise de crédito antes do fechamento do negócio é importante, isso nós já sabemos. Porém, fazer essa análise e, ao mesmo tempo, manter um controle dos seus devedores por meio de processos manuais pode ser um grande atraso para a sua empresa.

Invista na automatização dos seus processos por meio de softwares que analisam o perfil das empresas solicitantes em tempo real e dão maiores garantias de que aquele contrato será cumprido.

Esses softwares trarão mais agilidade e fluidez para os processos de concessão creditícia da sua empresa. Além de garantir mais estabilidade financeira, a partir do fornecimento de dados precisos e confiáveis para embasar as decisões.

Os impactos de uma taxa de inadimplência elevada em uma economia já fragilizada podem ser potencialmente prejudiciais, comprometendo as atividades do comerciante e da indústria. Por isso, em um momento tão delicado como esse, é preciso estar atento na hora de conceder crédito, para garantir que sua empresa não sofra com maus pagadores.

Posted by Belluno Fidc
Homem de terno e com uma pasta na mão subindo degraus simbolizando o negócio escalável.

Negócio escalável: você sabe o que é?

O famoso modelo é capaz de elevar o faturamento da empresa sem que suas despesas sofram aumento equivalente à medida que a companhia cresce.  Com o negócio escalável, a empresa se desenvolve nacional ou globalmente, alcançando mais consumidores sem aumentar seus custos na mesma proporção. A escalabilidade permite que a organização faça mais com menos. É possível atingir um número elevado de clientes com investimentos relativamente baixos.
Vamos simplificar?
Um negócio escalável é aquele em que é possível expandir os ganhos sem aumentar as despesas na mesma proporção.

Conforme a empresa cresce, as principais despesas são voltadas para o aperfeiçoamento de processos. Contratação de pessoal, adoção de soluções tecnológicas, maquinário adquirido e demais investimentos atendem a demanda.

Para que uma companhia torne-se  escalável, é preciso que simplifique e padronize seus processos internos. Assim é possível elevar a produção com menos recursos e mais agilidade para diminuir as despesas e aumentar o faturamento líquido.
Para identificar se um negócio é ou não escalável, deve-se considerar:

Se pode ser ensinado: um indicativo de negócio escalável é quando o processo de produção pode ser ensinado;
Se é valioso: quando o produto é único e existe uma carência no mercado em torno do que ele oferece;
Se é repetível: outro sinal de escalabilidade é quando o modelo de negócios é ampliável e produz receita recorrente.

É importante lembrar que nem todos os nichos de mercado são adequados para implementar o modelo de negócios escalável. A escalabilidade é mais indicada para indústrias, startups de soluções tecnológicas e serviços de meios de comunicação.

Empresas que dependem de uma estrutura mais complexa para atender a seus clientes — como restaurantes, empresas de consultoria e outras — são pouco escaláveis. Em alguns casos, é possível alcançar esse resultado usando modelos de franchising.

Comece hoje a repensar o seu negócio e conte com a gente para te ajudar!

Posted by Belluno Fidc
torre crescente de moedas que estão saindo de um cofre do porco rosa com triângulos na lateral esquerda das cores verde e azul, simbolizando o crescimento com o fluxo de caixa

Fluxo de caixa: aprenda como administrar

É preciso estar sempre atento para manter o fluxo de caixa em ordem, as contas equilibradas e a folha de pagamentos em dia. Portanto, cuidar da gestão de contas de sua empresa é um passo essencial se você deseja prosperar em seu negócio.

Com essas dicas que separamos, você vai alavancar o seu fluxo de caixa:
1. Organize as suas contas
É quase impossível tomar decisões certeiras sobre o que fazer ou não em sua empresa não estando ciente da situação financeira em que ela se encontra. Portanto, a palavra-chave que você deve levar em consideração mais do que todas é “organização”. Você ter controle sobre todos os valores que vão entrar ou sair da sua empresa nos próximos meses. Adotar uma plataforma de gestão financeira pode fazer a diferença na sua empresa na hora de avaliar o fluxo de caixa e fazer a gestão de contas.
2. Classifique as movimentações financeiras
Para começar, registrar os valores em uma planilha como “gastos” e “ganhos” pode ser o suficiente. Porém, com o passar do tempo essa classificação simples não será capaz de fornecer elementos suficientes para você entender de onde e para onde está indo o seu dinheiro. É preciso categorizar os valores de uma forma mais eficaz para que seja possível ter um panorama completo da situação.
3. Planeje o fluxo de caixa a médio e longo prazo
Se engana aquele que imagina que basta planejar as contas do mês que tudo está resolvido. Ao montar um fluxo de caixa, o ideal é fazer a previsão dos recursos para um período de pelo menos três meses. Isso é importante porque é comum que um trabalho realizado em um mês seja pago somente em outro, por exemplo. Assim, você tem uma visão geral do que está acontecendo e evita surpresas de um mês “cheio” seguido de um mês “vazio”.
4. Antecipe recebimentos e pagamentos com o fluxo de caixa
O fluxo de caixa serve não apenas como a ferramenta principal da gestão de contas, mas também como uma forma de análise de investimentos. Sabendo tudo aquilo que você tem a pagar e a receber, você pode antecipar pagamentos. Se houver um desconto considerável, ou recebimentos, conte com a gente para te ajudar com isso!
5. Um sistema de gestão financeira fará você ganhar tempo
É fundamental ter um profissional dedicado a fazer a gestão de contas e cuidar do fluxo de caixa. Porém, independente de quem executará essa função, considere a adoção de um sistema de gestão financeira em sua companhia. Além de automatizar tarefas, fazendo com que todos poupem tempo, alguns são capazes de dar insights de análises financeiras.

Depois dessas dicas, você terá um fechamento de mês muito mais tranquilo.
Fonte: Sumus

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homem de camisa social jeans fazendo contas em uma calculadora enquanto observa papéis

5 contas que você precisa fazer antes de abrir seu negócio

Você quer começar seu próprio negócio, mas teme perder todo o dinheiro investido e fechar as portas? É uma preocupação justificada! Entre as empresas brasileiras com dois anos de vida, um quarto vai à falência, segundo o Sebrae.

No caso do empreendedorismo, a receita para a falência soma essa falta de educação financeira à falta de planejamento empresarial. Por isso, se você quiser ser um empreendedor de sucesso, será preciso se dedicar ao planejamento do seu empreendimento e das suas contas. E é claro que de nada adianta planejar muito bem as finanças e não ter disciplina para executar à risca aquilo que foi proposto.

Preparamos para vocês um passo a passo de contas fundamentais na hora de criar um empreendimento:

 
1. Investimento inicial
A primeira grande conta que um futuro empreendedor precisa fazer é a do investimento inicial: o valor necessário para começar seu negócio. O investimento inclui reformas feitas no ponto comercial, equipamentos e estoque, por exemplo. Porém, muitos empreendedores se esquecem de que além de juntar dinheiro para a estrutura física da empresa, é preciso ter recursos para operar enquanto o negócio não der retorno. Por exemplo, o salário dos seus funcionários e a sua própria remuneração.

 
2. Capital de giro
O valor que fica guardado para sustentar a operação da sua empresa e impedir que ela fique no vermelho é conhecido também pelo termo “capital de giro”. Além de estimar o valor do capital de giro antes de abrir a empresa, será preciso fazer novos aportes ao longo dos anos para cobrir situações emergenciais.

 
3. Fluxo de caixa: despesas e receitas
O fluxo de caixa é o que fica na conta da sua empresa após as entradas e saídas de dinheiro. É um orientador financeiro do dia a dia do negócio e também do seu futuro. Computando recebimentos e pagamentos parcelados, você pode ver como a situação da sua empresa estará daqui a alguns meses.

 
4. Precificação
Uma outra conta importantíssima que o empreendedor precisa fazer é a do seu preço de venda. Normalmente, o empreendedor põe o preço de acordo com o que é prática no mercado. Porém, há um processo mais complexo, que deve levar em consideração diversos fatores.

 
5. Resultado
Computando as receitas e despesas do dia a dia do negócio, chegamos ao “fluxo de caixa livre”: o valor que realmente sobra no mês e poderá ser redirecionado para recompor seu capital de giro. Com a adição dos resultados de cada mês, a tendência é que também haja o retorno do seu investimento inicial – ou seja, lucro.

 

Fonte: Exame

Posted by Belluno Fidc

Como abrir o caminho para acessar mercados internacionais

Não é novidade para ninguém que o acesso ao mercado externo representa nova oportunidade de expansão dos negócios. Além disso, oferece outros desafios para quem já tem um empreendimento consolidado.

Se a sua ideia é investir na exportação, alguns estudos devem ser feitos em relação à região e ao público que se pretende conquistar no comércio internacional. Por diferenças históricas ou culturais, os clientes estrangeiros se diferem do perfil de consumidor que o empreendedor está acostumado a atender.

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4 livros essenciais para empreendedores de sucesso

Como um bom gestor, você deve estar sempre a frente e procurando novas formas de se informar sobre o universo empreendedor. Por isso, estar atento às novidades do mercado é muito importante, mas explorar experiências de quem é da área é essencial.
Para compartilhar essas experiências em boas leituras, separamos 4 livros para contribuir para o momento de lazer de uma forma construtiva.

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